Publique artigos patrocinados e publieditoriais em portais e blogs verificados em 28+ países. Preço por site, link permanente.
Os artigos patrocinados e o publieditorial são conteúdos pagos publicados num site editorial, normalmente com um link para o site do anunciante, e continuam a ser uma das formas mais diretas de ganhar visibilidade e autoridade online. Neste guia explicamos o que são, como se distinguem de outros formatos, quanto custam com base no nosso índice de preços e como escolher, encomendar e medir uma publicação, no catálogo de 227736 sites da LinkBooster.
Um artigo patrocinado é um texto publicado num site de terceiros mediante pagamento. O anunciante financia a publicação e, em contrapartida, obtém visibilidade junto da audiência do site e, em geral, um link para a sua página. No Brasil, o termo publieditorial é muito usado para designar o mesmo princípio: um conteúdo de natureza publicitária, redigido num formato próximo do editorial, com assinatura clara de que existe uma relação comercial.
O comunicado de imprensa é diferente: anuncia um facto (um lançamento, uma parceria, um resultado) e é dirigido a jornalistas, que decidem livremente se o aproveitam. Não há garantia de publicação nem de link. Já o artigo de convidado, ou guest post, é um texto escrito por um especialista para o site de outra pessoa; a troca pode ser editorial, sem dinheiro, ou comercial. Na prática, muitas publicações de guest post pagas são, de facto, artigos patrocinados. Para aprofundar esta fronteira, leia o guia completo de guest posting e a comparação entre artigos patrocinados e guest posting.
A diferença essencial está no controlo. Num artigo patrocinado, você define o tema, a âncora e o destino do link, dentro das regras editoriais do site. Num comunicado, o resultado depende de terceiros. Por isso, quem procura um resultado previsível em SEO e em notoriedade tende a recorrer ao formato patrocinado.
Um conteúdo pago deve ser identificável como tal para o leitor. Na prática, isso significa uma menção visível, como «conteúdo patrocinado», «publieditorial» ou «parceria comercial», no início ou perto do título. As regras exatas dependem do país e do enquadramento aplicável à publicidade, pelo que convém confirmar com o seu jurídico em caso de dúvida, sobretudo em setores regulados como saúde ou finanças.
Do lado dos motores de busca, o Google pede que os links obtidos mediante pagamento sejam qualificados com o atributo rel="sponsored" (ou, em alternativa, nofollow). Isto é uma recomendação clara das suas diretrizes. Um link sem esse atributo não será necessariamente penalizado de imediato, mas a prática de comprar links para manipular o posicionamento é um risco real e o Google pode neutralizar o valor desses links ou, em casos mais graves, aplicar ações manuais.
A nossa leitura é honesta: um link patrocinado devidamente qualificado já traz valor, através de audiência, notoriedade, menções da marca e tráfego de referência, mesmo que a transmissão de autoridade seja incerta. O que mais expõe a riscos é a ausência de critério: sites sem tráfego real, redes de sites feitas para vender links e âncoras sempre iguais. Veja como identificar uma rede de blogues de baixa qualidade antes de comprar.
O preço depende muito da autoridade do site, do país e da temática. O nosso índice de preços, com artigo incluído e sem IVA, mostra os valores por faixa de autoridade (DR ou DA), indicando o 25.º percentil, a mediana e o 75.º percentil. Nos sites de autoridade 0–19 (162709 sites), a mediana é de 139 €, com um intervalo entre 69 € e 335 €. Entre 20 e 29 (17874 sites), a mediana é de 152 €; entre 30 e 39 (15921 sites), de 257 €; entre 40 e 49 (10524 sites), também de 257 €; entre 50 e 59 (12321 sites), de 195 €.
Nas faixas mais altas, os valores sobem de forma nítida: 60–69 (3939 sites) tem mediana de 410 €, com o 75.º percentil em 1377 €; 70 ou mais (4448 sites) tem mediana de 1224 € e o 75.º percentil em 3378 €. Se traduzirmos para tipos de média, os pequenos blogues especializados situam-se tipicamente nas faixas baixas, os meios regionais nas faixas intermédias e os grandes meios nas faixas superiores, embora esta correspondência seja uma aproximação e não uma regra.
O país também pesa. A mediana por país é de 105 € em França (124916 sites), 191 € nos EUA (14054 sites), 731 € na Alemanha (13715 sites), 122 € na Polónia, 500 € nos Países Baixos, 432 € em Itália, 238 € no Reino Unido, 47 € na Ucrânia, 288 € em Espanha, 123 € na Índia, 99 € na República Checa e 350 € no Canadá. Para um panorama mais amplo, consulte a página de preços e custo dos backlinks e o artigo sobre preços de backlinks em 2026. Os membros do plano Pro beneficiam de 10 % de desconto em cada compra.
Comece pela coerência temática. Um artigo funciona melhor num site cuja linha editorial já trata do seu assunto, porque o leitor encontra o conteúdo no contexto certo e o link parece natural. O catálogo está organizado por temáticas, e pode explorar, por exemplo, os backlinks em tecnologia e informática, em finanças e investimento ou em saúde e bem-estar. Há 16 temáticas e 69 países com página própria, reunidos em backlinks por temática e por país.
Em seguida, avalie a audiência e a autoridade. Cada ficha de site mostra, antes da encomenda, a autoridade, o tráfego estimado, a temática, o país, a língua, o preço e o tipo de link. Use esses dados em conjunto: uma autoridade elevada sem tráfego real é um sinal de alerta. Para perceber o que cada indicador mede e as suas limitações, leia o artigo sobre métricas de SEO como DR, DA e Trust Flow.
Por fim, pense no país e na língua. Um site na língua do seu mercado-alvo traz tráfego mais relevante do que um site de autoridade superior noutro idioma. Se atua em vários mercados, o guia de SEO internacional e backlinks ajuda a distribuir o esforço. Pode ver a oferta detalhada em comprar backlinks: preços e catálogo.
Um bom briefing poupa idas e vindas. Defina primeiro o ângulo: o artigo deve ser útil ao leitor do site, não um anúncio disfarçado. Um tema que responde a uma pergunta real da audiência, com a sua marca como referência natural, tem mais hipóteses de ser aceite e de gerar leituras. Indique também a palavra-chave que quer trabalhar e a página de destino do link.
A âncora merece atenção. Evite repetir sempre a mesma expressão exata: alterne entre a marca, a URL, expressões descritivas e, com moderação, a palavra-chave. O artigo sobre a distribuição dos textos âncora explica o equilíbrio a procurar. Quanto à redação, pode fornecer o seu próprio texto ou encomendá-lo como opção.
Combine ainda a revisão e a duração. Pergunte se pode validar o texto antes da publicação e confirme que o artigo ficará online durante um período longo, sem prazo curto de remoção. O prazo de publicação anunciado vai de 7 a 30 dias. O pagamento fica retido pela plataforma até à publicação e, se não houver publicação no prazo, é reembolsado. O processo completo está descrito em como funciona a compra e venda de links.
Comece por verificar a indexação: a página do artigo deve aparecer no índice do Google e o link deve estar presente, com o atributo esperado. Pode demorar alguns dias; se passar muito tempo, vale a pena contactar o editor. Depois, acompanhe as posições das páginas visadas, com a consciência de que um único link raramente explica sozinho uma variação, já que muitos fatores intervêm.
O tráfego de referência e as conversões são os indicadores mais concretos. Marque as ligações com parâmetros de campanha, observe as visitas vindas do artigo e verifique se geram contactos, inscrições ou vendas. Mesmo sem impacto imediato em SEO, uma publicação numa fonte relevante pode reforçar a notoriedade e aumentar a probabilidade de a marca ser citada, tema que abordamos em backlinks e pesquisa com IA.
Se pretende um ritmo regular, a assinatura mensal de link building organiza as compras: Essencial com 2 artigos por mês, DR 20+ mínimo, a 329 € sem IVA por mês; Crescimento com 4 artigos, DR 30+, a 1090 €; Autoridade com 6 artigos, DR 40+, a 2290 €. A lista de sites é validada por si antes de qualquer compra, recebe um relatório mensal e o compromisso é de 6 ou 12 meses. Para compras pontuais, basta uma conta gratuita, sem assinatura, para ver o catálogo e encomendar. Se tem um site e quer monetizá-lo, veja como vender artigos patrocinados: a inscrição é gratuita, define o seu preço, pode recusar encomendas e recebe após a publicação.
É um conteúdo pago publicado num site de terceiros, geralmente com um link para o site do anunciante. No Brasil, chama-se frequentemente publieditorial. Distingue-se do comunicado de imprensa, que depende da decisão de um jornalista, e do artigo de convidado não pago.
Depende da autoridade, do país e da temática. No nosso índice, a mediana vai de 139 € nos sites de autoridade 0–19 até 1224 € nos de autoridade 70 ou mais, sem IVA e com o artigo incluído. Há grandes variações dentro de cada faixa.
Sim, o leitor deve poder identificar o conteúdo como patrocinado, através de uma menção visível. O Google recomenda também qualificar os links pagos com rel="sponsored". Confirme as regras específicas do seu país e do seu setor.
Sim. Pode enviar o artigo já redigido ou encomendar a redação como opção. Em qualquer dos casos, o texto deve respeitar a linha editorial do site e ser útil ao leitor, e o editor pode pedir ajustes.
O prazo anunciado situa-se entre 7 e 30 dias. O pagamento fica retido pela plataforma até à publicação e, se o artigo não for publicado no prazo, o cliente é reembolsado.