5 848 sites a partir de 27 € sem IVA: autoridade mediana 28, tráfego mediano 49 visitas por mês. Links dofollow, pagamento seguro, publicação garantida.
Os backlinks em sites de culinária e gastronomia ajudam blogues de receitas, lojas de produtos gourmet, restaurantes e marcas alimentares a ganhar visibilidade num setor muito competitivo. Com 5650 sites disponíveis, de vários países, a escolha é vasta, mas a qualidade varia bastante. Eis como avaliar a oferta e planear o orçamento.
A pesquisa alimentar é dominada por receitas, comparações de produtos e inspiração para refeições. Um link vindo de um site do mesmo universo transmite um sinal de relevância temática claro: o Google percebe que a sua marca pertence a este ecossistema. Isto vale tanto para um e-commerce de azeites como para um serviço de entrega de refeições ou uma escola de cozinha.
Os formatos que funcionam melhor são artigos editoriais com contexto: um guia de harmonização, uma seleção de utensílios, uma receita com um ingrediente específico ou um artigo sobre tendências gastronómicas. Se hesita entre formatos, leia o nosso guia sobre artigos patrocinados ou guest posting para decidir o que serve melhor o seu objetivo.
O mercado é muito marcado por sites de autoridade baixa. A autoridade mediana é de 28 e apenas 15 % dos sites têm 30 ou mais. Na repartição, 3866 sites estão entre 0 e 19, 378 entre 20 e 29, 298 entre 30 e 39, 378 entre 40 e 59 e 80 chegam a 60 ou mais. O tráfego orgânico mediano é de 46 visitas por mês, por isso convém verificar o tráfego real e não olhar apenas para uma métrica. Para perceber o que cada indicador vale, consulte o guia sobre Trust Flow, Domain Authority e DR.
A língua e o país contam tanto como a autoridade. Um link num site na língua do seu público-alvo traz leitores e sinais mais coerentes. Pode explorar mercados específicos como França, Itália ou Espanha, ou ver outras temáticas na página de backlinks por temática e país. Se pretende vários mercados, o guia de SEO internacional e backlinks ajuda a estruturar o perfil.
Os preços, com o artigo incluído e sem IVA, começam em 29 €, com um valor mediano de 160 €. Os 10 % dos sites mais fortes partem de 1168 €. Quase todos os links, 99 %, são dofollow, o que transmite autoridade, mas não é garantia de qualidade por si só.
Uma boa abordagem é distribuir o orçamento: alguns links em sites de autoridade média e relevantes, em vez de um único link caro. Para estimar o retorno, veja o artigo sobre preços de backlinks em 2026. Se prefere regularidade, a subscrição de link building permite publicar todos os meses.
O primeiro erro é escolher apenas pelo preço: num universo com tantos sites fracos, convém desconfiar de redes de links artificiais. O guia sobre como identificar PBN e links tóxicos dá critérios concretos. O segundo é repetir sempre a mesma âncora exata; varie entre nome da marca, URL e expressões descritivas.
Por fim, evite artigos sem valor para o leitor. Um conteúdo útil, com receitas ou dicas reais, é mais duradouro. Na LinkBooster pode comparar sites e métricas antes de decidir, e o guia completo para comprar backlinks resume o processo.
Não necessariamente. Blogues de receitas, revistas de estilo de vida, sites de restauração e de produtos alimentares são todos relevantes, desde que o artigo tenha ligação lógica com a sua oferta.
O preço começa em 29 €, com mediana de 160 € por artigo incluído, sem IVA. Os 10 % de sites mais potentes arrancam em 1168 €.
Pode valer, se o site for temático, bem editado e com público real. O tráfego mediano é de 46 visitas mensais, por isso compare sempre vários critérios além da autoridade.